Tag: Defesa

“As favelas nunca declararam guerra a ninguém”, diz nota da Faferj

Em nota pública, a Federação das Associações de Favelas do Estado do Rio de Janeiro observa que a ocupação da Maré custou R$ 1,7 milhões por dia, durando 14 meses; em contrapartida, nos últimos 6 anos só foram investidos R$ 300 milhões em políticas públicas voltadas para o desenvolvimento social. Nesse sentido, embora a nota critique o aspecto punitivo e a ineficácia da medida, afirma que as Forças Armadas poderiam atuar no reforço de ações sociais. “O que a favela precisa na verdade é de uma intervenção social, que inclusive contaria com a participação das forças armadas. Precisamos de escolas e creches, hospitais, projetos de geração de emprego e renda e políticas sociais voltadas principalmente para juventude. Precisamos de uma intervenção que nos traga a vida e não a morte. O exército é uma tropa treinada para matar e atuar em tempos de guerra. As favelas nunca declararam guerra a ninguém.”

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Em nota, sociólogos do Rio criticam Ministério da Segurança e intervenção

O Sindicato dos Sociólogos do Rio de Janeiro (SINDSERJ) e o Instituto de Sociologia do Rio de Janeiro (ISRJ) divulgaram nota oficial criticando a criação do Ministério Extraordinário de Segurança Pública e a intervenção federal no Rio de Janeiro. As entidades apontam o vácuo deliberado de poder  e o esvaziamento econômico progressivo no Estado, e consideram as medidas inconstitucionais e ineficazes. “Essas medidas palacianas, em acordo com um governo estadual totalmente desmoralizado junto a população fluminense e carioca, contribuem para o caos, e não apontam para a melhoria nas condições de vida da população. Em suma, tais medidas se constituem em manobra midiática, partidária e eleitoreira que merecem ser denunciadas, criticadas e esclarecidas.”

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Intervenção pode exigir “sacrifícios” da população, diz comandante do Exército

O que motivou a intervenção federal na segurança pública do Estado do Rio de Janeiro? Para muitos políticos, parlamentares e entidades da sociedade civil, a medida extrema, apesar de ter o combate à criminalidade como justificativa oficial, possui outras motivações, visando especialmente as eleições presidenciais de 2018, e traz risco à segurança dos cidadãos e à democracia. Tudo indica que o maior beneficiário dela é mesmo o próprio Michel Temer e seus aliados; e o maior prejudicado, o pré-candidato Jair Bolsonaro. Após a divulgação do decreto, o comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, mandou notificar as tropas, ressaltando que a intervenção significará “sacrifícios”.

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A venda da Embraer representa prejuízo para o país e moeda eleitoral para Meirelles, diz historiador

O interesse da Boeing em comprar a Embraer, oficializado em 21 de dezembro pelas empresas, “causou profundo mal-estar nos setores militares do governo, que não foram avisados da existência dessas tratativas pelo Ministério da Fazenda”, afirma o historiador e ex-assessor estratégico do Ministério da Defesa, Francisco Carlos Teixeira. Segundo ele, a iniciativa tem o apoio do ministro Henrique Meirelles, da Fazenda, que pretende, com a operação, compensar o mercado pela derrota sofrida na reforma da Previdência, cuja votação foi adiada, e fortalecer seu nome junto ao PSDB.

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Assista aqui aos momentos marcantes do ato unificado por democracia, soberania e desenvolvimento

Momentos marcantes do ato unificado em defesa da democracia, soberania e desenvolvimento, realizado pelas Frentes Brasil Popular, Povo Sem Medo e Projeto Brasil Nação, no dia 27 de outubro de 2017, no salão nobre do Instituto de Filosofica e Ciências Sociais (IFCS), da UFRJ. Presentes o reitor da UFRJ, Roberto Leher, o desembargador catarinense Lédio Rosa de Andrade, o embaixador e ex-ministro Celso Amorim, além de outros representantes de movimentos sociais.

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Frentes Brasil Popular, Povo Sem Medo e Projeto Brasil Nação fazem ato pela retomada da democracia

As Frentes Brasil Popular, Povo Sem Medo e o Projeto Brasil Nação realizaram na sexta-feira (27) ato unificado de resistência ao desmonte do Estado brasileiro e em defesa da democracia, da soberania e do desenvolvimento. O embaixador Celso Amorim, ex-ministro das Relações Exteriores e da Defesa, acusou o sistema financeiro de atuar para destruir a democracia no país.

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