Tag: Defesa

Brasília entra em estado de exceção para reprimir manifestações pró-Lula

Portaria publicada nesta terça-feira (14) no Diário Oficial da União autoriza uso da Força Nacional para reprimir manifestações populares em Brasília. A portaria tem como alvo os atos programados para a quarta-feira (15) na capital, que vão marcar o registro do ex-presidente Lula à Presidência, pela coligação PT-PCdoB, com Manuela D’Ávila na vice-presidência. Depois de marcharem por mais de 50 km, cerca de 5 mil militantes que integram a Marcha Lula Livre chegaram a Brasília.

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Para professor que pesquisa o terrorismo, ligações de Heráclito Fortes reveladas pelo Wikileaks ameaçaram a soberania, não entrevista à TV

“O Senado deveria estar mais preocupado com as comunicações extra-oficiais de seus parlamentares com potências estrangeiras, reveladas pelo Wikileaks, do que com uma entrevista jornalística dada publicamente a uma rede de TV, e que não representa rigorosamente nada em termos de ameaça à soberania nacional ”. A avaliação é do professor de História da UFRRJ, Francisco Teixeira, ex-assessor de Estratégia do Ministério da Defesa e que desenvolve pesquisa sobre terrorismo. Segundo ele, as conversas entre o senador Heráclito Fortes (DEM-PI) e o então embaixador dos EUA , Clifford Sobel, reveladas pelo Wikileaks, é que deveriam ser investigadas, e não a entrevista de Gleisi Hoffmann (PT-PR).

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Mensagem ao interventor: a vida dos defensores dos direitos humanos está nas suas mãos

De acordo com o historiador Francisco Teixeira, é preciso que as autoridades da intervenção entendam que “a vida de cada defensor dos direitos humanos no Rio de Janeiro está nas suas mãos”. Depois da execução da vereadora Marielle Franco, do Psol, na noite da última quarta-feira (14), o que está em jogo, diz, é a própria honra das Forças Armadas e a capacidade de fazerem frente ao crime. Provar que a intervenção “não é uma tábua de salvação para políticos arruinados.” Confira a análise.

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Coordenador do núcleo de estudos sobre violência urbana da UFRJ analisa intervenção federal no Rio (parte I)

O professor de Sociologia do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da UFRJ, Michel Misse, também coordenador do Núcleo de Estudos de Cidadania, Conflito e Violência Urbana (NECVU/IFCS/UFRJ), analisa para o SOS Brasil Soberano o quadro de violência no Rio de Janeiro. E comenta a criação do Ministério de Segurança Pública, parte da intervenção federal decretada no Estado pelo governo Temer. “Tanto a intervenção federal quanto a criação do Ministério da Segurança Pública são a meu ver, do ponto de vista técnico e operacional, medidas absolutamente inócuas”, diz. (parte 1 de 2)

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Coordenador do núcleo de estudos sobre violência urbana da UFRJ critica o novo Ministério da Segurança (parte II)

Segunda parte da entrevista ao SOS Brasil Soberano, o professor de Sociologia do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais (IFCS) da UFRJ, Michel Misse, também coordenador do Núcleo de Estudos de Cidadania, Conflito e Violência Urbana (NECVU/IFCS/UFRJ) comenta a criação do Ministério de Segurança Pública, parte da intervenção federal do Rio. “Essa proposta de criação do Ministério da Segurança Pública induz o eleitor, o cidadão, a acreditar que a União não se encarrega de cuidar da segurança pública, o que não é verdade.” (parte 2 de 2)

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O estouro da boiada: o advogado Sérgio Muylaert analisa a intervenção no Rio

“Os sinais esparsos e os sintomas do golpe de Estado de 2016 deram lugar à volúpia sob a qual o colegiado promovido a governo digere suas imposturas e desajeitadas ambições. Desfalcados de prestígio diante da insegurança popular e das reações tímidas de ressentimento político, esses dirigentes não hesitam com seus discursos de efeitos imerecidos. Festivamente, a mídia cumpre obediente tarefa de linchamento preferencial dos bodes expiatórios, quando barbariza os personagens que ela jamais deveria estigmatizar por respeito ao povo. É verdade que o horror da criminalização banalizada produz sensação de fragilidade e impotência na sociedade civil, capaz de gerar a fórmula da intervenção militar.”

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