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Carlos Fico: A anunciada crise institucional

Para o historiador Carlos Fico, professor titular da UFRJ, “existe a possibilidade de ruptura institucional após a eleição presidencial deste ano, porque o impeachment de Dilma Rousseff inaugurou fase de suspensão, de quase anomia, que ainda não superamos”. Pesquisador da ditadura civil-militar brasileira, dos seus aparatos de repressão e controle e dos golpes latino-americanos, ele reconstrói os principais passos, desde a contestação do resultado das urnas pelo candidato tucano derrotado, que nos levaram a este cenário de tantos riscos para a democracia.

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Odilon Caldeira Neto: O Brasil entre fascismos e neofascismos

O pesquisador Odilon Caldeira Neto estuda há anos a extrema direita. Para ele, há paralelos entre o negacionismo dos que negar o holocausto da 2ª Guerra Mundial, e dos que, por aqui, negam os crimes da ditadura-civil militar brasileira. Para ele, o pensamento neofascista tenta desde a Nova República se inserir no jogo político e eleitoral basileiro. “É necessário tomar a extrema-direita brasileira, e mais propriamente os grupos fascistas,não apenas como meros episódios na história política nacional”, alerta.

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Mayrinkellison Peres Wanderley: Golpes no Brasil – fascismo e retrocessos aos avanços democráticos

“Às vésperas das eleições presidenciais mais tensas da histórica recente do Brasil, a nostalgia por governos autoritários e o inconformado ódio à esquerda brasileira capitaneados por um novo messias militar revelam o estado patológico a que chegou a sociedade, que está disposta a abrir mão de suas liberdades a tanto custo conquistada e ceder a desejos de uma minoria abastada que, oferecendo o céu da ordem e do progresso, tem por cardápio o pão que o diabo amassou”, escreve o historiador Mayrinkellison Peres Wanderley. “A sociedade organizada precisa acordar do seu torpor (…).”

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