Tag: Cultura

Documentário conta a história dos Aikewara durante a repressão no Araguaia. Amanhã (12), às 18h

O Cinema de Resistência exibe amanhã (12), às 18h, o documentário longa-metragem Aikewara_a ressurreição de um povo, de Luiz Arnaldo Campos e Célia Maracajá, com entrada gratuita e debate com os diretores após a sessão.  O documentário trata da experiência brutal vivida pelos indígenas Aikewara, também conhecidos como os Suruí do Pará, durante a repressão militar à Guerrilha do Araguaia. Contou com a consultoria do representante do PCdoB no Grupo de Trabalho Araguaia (GTA) e membro do Comitê Paraense pela Memória e Verdade, Paulo Fontelese, e imagens gravadas nas aldeias Sororó e Itahy, localizadas no município de São Geraldo do Araguaia. A vontade dos Suruí de romper um silêncio de quarenta anos significa, para os autores do projeto, uma espécie de ressurreição. O Cinema de Resistência é uma ação do Sindicato dos Engenheiros no Estado do Rio de Janeiro (Senge-RJ), e fica na av. Rio Branco, 277, 17 º andar, no Centro do Rio. 

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Joel Birman: a subjetividade marcada pelo fascismo na sociedade contemporânea

O psiquiatra Joel Birman, professor de psicologia na UFRJ e um dos mais importantes intelectuais brasileiros, aponta as formas de subjetividade marcadas pelo fascismo na contemporaneidade. Por exemplo, a fúria presente na sociedade brasileira, desde o segundo turno das eleições presidenciais de 2014. Birman também atua numa linha de pesquisa interdisciplinar em psicanálise e filosofia no Collège International de Philosophie em Paris. Segundo ele, “a direita mostra a cara novamente”. E é brutal.

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Desesperar jamais! Silvio Tendler e Olímpio Santos, do Senge-RJ, no debate do filme “Dedo na ferida”

O jornalista e crítico de cinema Rodrigo Fonseca, do Almanaque Virtual, esteve no Reserva Cultural de Niterói na noite da última segunda-feira, dia 28, para conferir a pré-estreia do documentário “Dedo na Ferida” (2017). Realizado em parceria com a Associação de Críticos de Cinema do Rio de Janeiro (ACCRJ), o evento contou com um debate com Olímpio Alves dos Santos, presidente do Sindicato dos Engenheiros no Estado do Rio de Janeiro (Senge-RJ), e o cineasta Silvio Tendler, que volta à cena após um hiato de sete anos, mediado por Fonseca. “Dedo na Ferida” entrou em cartaz nesta quinta-feira, dia 31. 

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Corpo, Cabeça: a violência do “denuncismo voyer”, no novo livro de Chico Teixeira

Numa manhã do começo deste verão, no Rio de Janeiro, mais um crime com requintes de crueldade sádica ocorre na cidade. Desta feita, em um conhecido motel da Barra da Tijuca. Dois investigadores da polícia descobrem que o crime une mundos diferentes, até então paralelos: as grandes finanças do país e a cena noturna carioca. “Corpo, cabeça” é um momento de reflexão — O que ocorreu com as instituições brasileiras? O denuncismo transformado em gozo voyeur e esgotado em si mesmo, de forma inconsequente sem responder à questão básica: a quem serve a corrupção? No vídeo, o autor, Chico Teixeira lê trecho de “Corpo, Cabeça” (Ed. Autografia, 2018).

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Silvio Tendler estreia documentário “Dedo na ferida”, 31 de maio, no Rio, em Fortaleza, Brasília, SP e Porto Alegre

Em tempos sombrios, em que o mundo se depara com a perda progressiva de direitos sociais e com o ressurgimento de movimentos de extrema-direita, o documentário “Dedo na Ferida”, dirigido pelo cineasta Silvio Tendler, tem sua pré-estreia no Rio de Janeiro dia 30 de maio, quarta-feira, no Estação NET Botafogo, às 21h30m, Sala 5, e a estreia nacional dia 31 de maio, quinta-feira. Eleito pelo público como “Melhor Documentário” no Festival do Rio 2017, o filme também foi selecionado na mostra competitiva do Festival de Havana (Cuba), em 2017, e Menção Honrosa no Festival de Cinema Político da Argentina (FICIP 2018) . Confira as datas de estreia nas outras capitais.

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Pracinhas e ex-combatentes se encontram. Getúlio censurou ação soviética na Guerra, diz historiador

Representantes do “Regimento Imortal”, movimento de memória dos combates soviéticos na II Guerra Mundial, e pracinhas da FEB se encontraram na Câmara do Rio para comemorar a Vitória sobre o nazifascismo. A URSS foi o país que impôs maior número de baixas ao Eixo, mas a maioria da população brasileira não soube disso, devido à censura do Estado Novo, conta o historiador João Claudio Platenik Pitillo, que deve publicar sua pesquisa em livro no segundo semestre.

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