Tag: Soberania

Universidades federais reafirmam defesa da democracia e dos direitos humanos

Universidade federais se posicionam pela democracia, pela autonomia de cátedra, pelas liberdades e pelos direitos assegurados na Constituição. De acordo com a reitoria da UFRJ, “em declaração pública , as reitoras e os reitores das Universidades Federais brasileiras, reunidos na ANDIFES, reafirmaram o compromisso inquebrantável com o desenvolvimento social da Nação e, de modo igualmente categórico, com a democracia como valor civilizatório e fundamento dos direitos humanos.”

Não se trata de um pronunciamento protocolar. O conhecimento científico, tecnológico, cultural e artístico somente viceja em ambientes democráticos, de irrestrita liberdade de cátedra e de plena liberdade de ensino e de aprendizagem. Na mesma declaração, manifestam seu compromisso com os preceitos constitucionais que asseguram as liberdades democráticas que conformam o ambiente universitário, como expresso na CF, 1988.

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Engenheiros do Rio se posicionam contra o fascismo, a favor dos direitos humanos

O Sindicato dos Engenheiros no Estado do Rio de Janeiro (Senge-RJ) divulgou nota repudiando a escalada de violência política e posicionando-se a favor da democracia e dos direitos humanos. “Abominamos o fascismo”, diz a nota, que aponta a estratégia de substituir o debate de ideias por intimidação. Lembra, ainda, a ditadura chilena, que recorreu à força bruta para impor um programa econômico contrário à soberania nacional.

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Senado rejeita privatização de seis distribuidoras da Eletrobras

O Plenário do Senado rejeitou nesta terça-feira (16) o projeto que permitiria a privatização de seis distribuidoras de energia controladas pela Eletrobras (PLC 77/2018). De autoria do governo federal, o texto pretendia contornar pendências jurídicas para atrair investidores para as empresas, principalmente as instaladas na região Norte.

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Engenheiros e engenheiras propõem frente democrática e popular para defender o país

A Fisenge divulgou nota oficial propondo a criação de uma frente democrática e popular, capaz de promover um amplo diálogo com centro-direita, direita, centro e esquerda. Para a entidade, a polarização do segundo turno tornou-se uma “marcha da insensatez”, opondo, “de um lado, um projeto entreguista e com formulação econômica ultraliberal, e, de outro, um projeto democrático comprometido com a soberania nacional. O candidato da extrema direita se apropriou de um sentimento de insatisfação da população com o cenário econômico e político para inflar sentimentos de ódio que representam o pior do fascismo, com celebrações à ditadura militar.”

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O historiador Sidnei Munhoz analisa as relações internacionais do Brasil em um novo governo popular democrático

“O Brasil sob um novo governo popular democrático e de reconstrução da soberania nacional deverá retomar uma estratégia no campo das relações internacionais que, de um lado, valorize as negociações multilaterais e, de outro, demarque claramente os seus interesses como potência emergente”, escreve o historiador Sidnei Munhoz. “Para fazê-lo, o país deverá adotar estratégias com vistas a recuperar a sua proeminência no cenário internacional duramente erodidas pela subserviência às potências tradicionais durante o período do governo ilegítimo de Michel Temer. Isso não será tarefa fácil, uma vez que a diplomacia do país assumiu compromissos antinacionais associados aos interesses do grande capital internacional e das chamadas potências centrais.”

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Ronaldo Bicalho: Por uma política para o setor elétrico original e contemporânea

Singularidade, diversidade e contemporaneidade são os conceitos chaves para uma política no setor elétrico, na análise do pesquisador Ronaldo Bicalho, do Instituto Ilumina. Construído para ser operado como um sistema único e integrado, ele deve ter assegurado seu controle pelo Estado, respeitando as características específicas que dão ao país grande vantagem nas transições de modelo globais. “A diversidade da dotação de recursos naturais do Brasil permite ao país jogar com uma gama de recursos dificilmente encontrada em outros sistemas elétricos. Da energia nuclear à energia solar, passando por biocombustíveis, gás natural, eólica e hidráulica, a matriz elétrica brasileira permite combinações que podem viabilizar elevadas participações das novas energias renováveis.”

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