Tag: Política

Defesa da democracia e da liberdade de LuLa unem, pela primeira vez, as sete centrais sindicais no 1º de Maio

A defesa da democracia, dos direitos sociais e trabalhistas e a liberdade do ex-presidente Lula uniram, pela primeira, as sete grandes centrais sindicais do país – CUT, CTB, NCST, UGT, CSB, Intersindical e até a Força Sindical – em um mesmo ato de 1º de Maio. “É um momento histórico porque todas as centrais compreendem que estamos vivendo um ataque à democracia”, afirmou Carmen Rosso, vice-presidenta da CUT nacional. As centrais estão juntas contra as reformas que, desde o golpe que afastou Dilma Rousseff da Presidência, em 2016, atacam marcos legais dos direitos dos trabalhadores, e resultaram em um cenário, hoje, de 13,7 milhões de desempregados.

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Atentado contra acampamento solidário a Lula, em Curitiba, deixa dois feridos. Prefeitura aproveita para voltar a pedir a transferência do ex-presidente

Um atentado na madrugada deste sábado (28) contra o Acampamento  Marisa Letícia, base da vigília solidária ao ex-presidente Lula, preso na PF de Curitiba (PR), deixou dois feridos, um deles em estado grave, atingido no pescoço. Segundo a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), foram disparados mais de 20 tiros. Para ela, a mídia e o juiz Sergio Moro têm “responsabilidade objetiva” no aumento da violência contra os movimentos sociais, por incitarem o ódio contra a esquerda.

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O “punitivismo”, ou cultura do encarceramento, avança sobre direitos constitucionais, alertam juristas

A tendência “punitivista”, de uma Justiça que pesa a mão e está propensa a julgar contra o réu, se não é nova para as camadas mais pobres da população, avança no país a um novo patamar, para esvaziar as instâncias democráticas e os direitos de cidadania. Segundo juristas, o abuso nas prisões preventivas e temporárias, a antecipação do cumprimento de sentenças, a rejeição sistemática de habeas corpus, a inversão do ônus da prova são alguns dos sintomas da hipertrofia de um Poder Judiciário repressor. Trata-se da judicialização crescente da política, plataforma do golpe que levou Temer à presidência, e o setor privado, em especial o financeiro, ao governo.

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Partidos de oposição lançam manifesto conjunto em defesa da democracia

Sete partidos do campo progressista lançaram, nesta quarta-feira (18), na Câmara Federal, em Brasília (DF), o “Manifesto pela democracia, a soberania nacional e os direitos do povo brasileiro”. O documento formaliza o diálogo institucional entre PT, PCdoB, Psol, PDT, PSB, PCB e PCO para compor uma ampla rede de defesa dos valores democráticos. As Frentes Brasil Popular (FBP) e Povo sem Medo também assinam o manifesto. A presidenta do PCdoB, Luciana Santos, explicou que os grupos buscam uma afinidade programática que possa não só retirar o país da crise generalizada, mas também resgatar direitos que estariam em xeque no atual contexto. Segundo ela, o lançamento é um ponto de partida para aglutinar diversos apoios. A frente pretende buscar entidades, igrejas, organizações políticas e atores do setor produtivo. “Isso aqui é um embrião para um grande entendimento, para um pacto”, completou a presidenta.

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Para professor que pesquisa o terrorismo, ligações de Heráclito Fortes reveladas pelo Wikileaks ameaçaram a soberania, não entrevista à TV

“O Senado deveria estar mais preocupado com as comunicações extra-oficiais de seus parlamentares com potências estrangeiras, reveladas pelo Wikileaks, do que com uma entrevista jornalística dada publicamente a uma rede de TV, e que não representa rigorosamente nada em termos de ameaça à soberania nacional ”. A avaliação é do professor de História da UFRRJ, Francisco Teixeira, ex-assessor de Estratégia do Ministério da Defesa e que desenvolve pesquisa sobre terrorismo. Segundo ele, as conversas entre o senador Heráclito Fortes (DEM-PI) e o então embaixador dos EUA , Clifford Sobel, reveladas pelo Wikileaks, é que deveriam ser investigadas, e não a entrevista de Gleisi Hoffmann (PT-PR).

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Aldo Rebelo anuncia pré-candidatura à Presidência pelo Solidariedade

Após deixar o PSB, na última quinta-feira (12), por discordar da entrada no partido do ex-ministro do STF  Joaquim Barbosa, o ex-ministro Aldo Rebelo ingressou no Solidariedade e anunciou, na tarde de ontem (16), em São Paulo, sua pré-candidatura à Presidência da República. “Como havia uma inclinação do partido pela candidatura do ex-ministro, eu preferi naturalmente deixar o partido à vontade. E procurar, já que havia um convite, uma legenda que tem identidade com as perspectivas que eu vejo como promissoras para o Brasil”, declarou à imprensa.

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