Tag: Política

Engenheiros e engenheiras propõem frente democrática e popular para defender o país

A Fisenge divulgou nota oficial propondo a criação de uma frente democrática e popular, capaz de promover um amplo diálogo com centro-direita, direita, centro e esquerda. Para a entidade, a polarização do segundo turno tornou-se uma “marcha da insensatez”, opondo, “de um lado, um projeto entreguista e com formulação econômica ultraliberal, e, de outro, um projeto democrático comprometido com a soberania nacional. O candidato da extrema direita se apropriou de um sentimento de insatisfação da população com o cenário econômico e político para inflar sentimentos de ódio que representam o pior do fascismo, com celebrações à ditadura militar.”

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Colóquio do Instituto dos Advogados Brasileiros debate nesta terça (9) os 30 anos da Constituição

Nesta terça-feira (9) o Instituto dos Advogados Brasileiros (IAB) realiza o I Colóquio 30 Anos da Constituição Federal, no plenário da entidade. Participa do evento o advogado e cientista político Jorge Folena, coordenador do SOS Brasil Soberano, movimento idealizado pelo Sindicato dos Engenheiros no Estado do Rio de Janeiro (Senge-RJ) e pela Federação Interestadual dos Sindicatos de Engenheiros (Fisenge). O ex-senador Bernardo Cabral, relator da Constituição de 88, dará conferência no colóquio contando “bastidores da Assembleia Nacional Constituinte”.

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Mayrinkellison Peres Wanderley: Golpes no Brasil – fascismo e retrocessos aos avanços democráticos

“Às vésperas das eleições presidenciais mais tensas da histórica recente do Brasil, a nostalgia por governos autoritários e o inconformado ódio à esquerda brasileira capitaneados por um novo messias militar revelam o estado patológico a que chegou a sociedade, que está disposta a abrir mão de suas liberdades a tanto custo conquistada e ceder a desejos de uma minoria abastada que, oferecendo o céu da ordem e do progresso, tem por cardápio o pão que o diabo amassou”, escreve o historiador Mayrinkellison Peres Wanderley. “A sociedade organizada precisa acordar do seu torpor (…).”

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O historiador Sidnei Munhoz analisa as relações internacionais do Brasil em um novo governo popular democrático

“O Brasil sob um novo governo popular democrático e de reconstrução da soberania nacional deverá retomar uma estratégia no campo das relações internacionais que, de um lado, valorize as negociações multilaterais e, de outro, demarque claramente os seus interesses como potência emergente”, escreve o historiador Sidnei Munhoz. “Para fazê-lo, o país deverá adotar estratégias com vistas a recuperar a sua proeminência no cenário internacional duramente erodidas pela subserviência às potências tradicionais durante o período do governo ilegítimo de Michel Temer. Isso não será tarefa fácil, uma vez que a diplomacia do país assumiu compromissos antinacionais associados aos interesses do grande capital internacional e das chamadas potências centrais.”

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Um governo de esquerda precisa nomear juízes de verdade

Um governo progressista precisará mudar o padrão de indicação de juízes para o Supremo Tribunal Federal, restabelecendo a prioridade com o bem público, diz o advogado e cientista político Jorge Folena. “Diante dos nefastos exemplos recentes, caberá ao ministro da Justiça, ou a quem vier a ser designado pelo futuro presidente, num governo progressista, promover com muita acuidade a análise dos currículos e o exame dos respectivos históricos, a fim de verificar se os futuros magistrados a serem indicados manifestam alguma identificação com os compromissos e lutas populares”, escreve.

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Ronaldo Bicalho: Por uma política para o setor elétrico original e contemporânea

Singularidade, diversidade e contemporaneidade são os conceitos chaves para uma política no setor elétrico, na análise do pesquisador Ronaldo Bicalho, do Instituto Ilumina. Construído para ser operado como um sistema único e integrado, ele deve ter assegurado seu controle pelo Estado, respeitando as características específicas que dão ao país grande vantagem nas transições de modelo globais. “A diversidade da dotação de recursos naturais do Brasil permite ao país jogar com uma gama de recursos dificilmente encontrada em outros sistemas elétricos. Da energia nuclear à energia solar, passando por biocombustíveis, gás natural, eólica e hidráulica, a matriz elétrica brasileira permite combinações que podem viabilizar elevadas participações das novas energias renováveis.”

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