Tag: Economia

Entrevista completa com Breno Altman sobre a nova ordem mundial

O jornalista Breno Altman, fundador e diretor do site Opera Mundi, foi entrevistado por Camila Marins no Soberania em Debate, promovido pelo SOS Brasil Soberano, no dia 24 de maio. O tema foi a nova ordem mundial, que busca subordinar os países ao hiperliberalismo. Ele também analisou a paralisação dos caminhoneiros, uma mistura, na sua opinião, de greve com locaute, vinculada a uma pauta pertinente — o aumento dos preços dos derivados de petróleo — mas liderada pela direita.

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Juiz de Brasília manda o Congresso instalar comissão de inquérito para auditar a dívida pública brasileira

O juiz Waldermar Cláudio de Carvalho, da Justiça Federal de Brasília, deu 30 dias para que o Congresso instale Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) para realizar auditoria da dívida pública brasileira. O magistrado atendeu pedido da Associação Auditoria Cidadã da Dívida, que representa dezenas de entidades, principalmente sindicatos de servidores. No pedido, a entidade diz que em 2016 a dívida pública alcançou R$ 4,5 trilhões, e vem crescendo apesar do pagamento de “juros extorsivos”, remuneração de bancos privados e prejuízos ao Banco Central em operações de câmbio. Em 2017 foram pagos somente a título de juros R$ 400 bilhões.

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Soberania em Debate entrevista Cloviomar Cararine, assessor da FUP, sobre a política de preços da Petrobras

A Petrobras e a Soberania Nacional é o tema da próxima edição do Soberania em Debate, que acontece na próxima quinta-feira, 7 de junho, às 15h, no Senge/RJ. O economista Cloviomar Cararine, também analista do Dieese e assessor da Federação Única dos Petroleiros (FUP), será entrevistado pela jornalista Camila Marins. Cararine vai comentar a Nota Técnica divulgada pelo Dieese no dia 26 de maio, que critica a política de preços dos derivados, adotada pela Petrobras, e propõe modelos alternativos, que não sacrifiquem a população . Sem público presente, com duração aproximada de 90 min, o evento será transmitido pela página do SOS Brasil Soberano no Facebook ( www.facebook.com/sosbrasilsoberano), aberto a perguntas que cheguem pela rede.

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Desesperar jamais! Silvio Tendler e Olímpio Santos, do Senge-RJ, no debate do filme “Dedo na ferida”

O jornalista e crítico de cinema Rodrigo Fonseca, do Almanaque Virtual, esteve no Reserva Cultural de Niterói na noite da última segunda-feira, dia 28, para conferir a pré-estreia do documentário “Dedo na Ferida” (2017). Realizado em parceria com a Associação de Críticos de Cinema do Rio de Janeiro (ACCRJ), o evento contou com um debate com Olímpio Alves dos Santos, presidente do Sindicato dos Engenheiros no Estado do Rio de Janeiro (Senge-RJ), e o cineasta Silvio Tendler, que volta à cena após um hiato de sete anos, mediado por Fonseca. “Dedo na Ferida” entrou em cartaz nesta quinta-feira, dia 31. 

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Professores do Instituto de Economia da UFRJ criticam em nota política de preços dos derivados de petróleo

Um grupo de 21 professores do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) divulgou nota criticando as as medidas do governo na área de petróleo e derivados, que resultaram num subísido à importação de diesel com recursos do Tesouro – ou seja – do orçamento federal destinado a atender as demandas da sociedade. Destacam que as medidas custarão R$ 13 bilhões aos cofres públicos até o final do ano, dos quais mais de R$ 3 bilhões serão gastos para subsidiar o diesel importado. “O ministro Guardia justificou essa medida econômica heterodoxa como necessária para preservar a competitividade do diesel importado”, sublinham, indignados.

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Nota Técnica do Dieese defende o fim da paridade de preços dos combustíveis e restauração da capacidade nacional de refino

O que o governo poderia fazer para atender à principal reivindicação do movimento dos caminhoneiros, queda no preço do diesel, e favorecer o conjunto da população? Segundo Nota Técnica (NT nº 194) do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), duas principais medidas: abandonar a paridade internacional dos preços e restaurar a capacidade de refino da Petrobras: “Recuar da política de paridade internacional nos preços dos derivados, principalmente diesel, gás de cozinha e gasolina, e levar em consideração outros fatores, como a produção de petróleo e refino no país, custos para essas produções, câmbio, demanda por derivados; Aumentar o volume de petróleo refinado em refinarias próprias, que atualmente utilizam apenas 68% da capacidade total. (…)é possível refinar 2,4 milhões de barris/dia e atender a demanda interna (com cerca de 2,2 milhões/dia), dependendo menos do mercado internacional (seja de produção ou preço dos refinados).”

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