Categoria: Soberania é…

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Presidente da Fisenge: “não podemos abrir mão da soberania brasileira”

O presidente da Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros (Fisenge), Clovis Nascimento, convida para o IV Simpósio SOS Brasil Soberano, dia 14 de julho, em Curitiba (PR), com o tema Brasil 2035: um país justo e soberano. “O que nós defendemos é que um governo retome os destinos da nação brasileira, do desenvolvimento, de cada região, de cada política pública. Não podemos abrir mão disso.” O evento, que vai debater formas de resgatar a cidadania brasileira, acontece na Universidade Positivo – Unidade Praça Osório, na Praça General Osório, 125, sl. Centro – Curitiba – Paraná.

Para advogado Jorge Folena, aluguel da base de Alcântara é crime contra soberania

Para o cientista político e advogado constitucionalista Jorge Folena , a intenção do ministro da Defesa, Raul Jungmann, de alugar aos EUA a base de lançamento de foguetes de Alcântara, no Maranhão, é um “exemplo da subalternidade colonial” do projeto para o país do atual governo. “Tal informação deveria causar perplexidade nas autoridades civis e militares, porque constitui um atentado à soberania nacional”, afirmou na quinta-feira (8), em Belo Horizonte, durante o III Simpósio SOS Brasil Soberano. “A soberania nacional não se empresta, não se aluga, não se vende.”

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Debates Candido Mendes: a política sequestrada pelo capital

A Universidade Candido Mendes (Ucam) debate a “Nova crise política: origens e efeitos”, com a participação do advogado constitucionalista e professor de Ciência Política da Ucam Jorge Folena, e do professor de Filosofia do Direito da mesma universidade Ricardo Lengruber Lobosco. Para Folena, na base da crise atual do país está o sequestro da política pelos interesses do capital: bancos, empreiteiras, planos de saúde, entre outras corporações. Para acessar outros blocos do debate, utilize o link: https://www.youtube.com/watch?v=jXuS1b9bZQU

Eleições Diretas e Constituinte: a Nova República é um cadáver que deve ser sepultado

Pedro Muñhoz, professor do Departamento de História da PUC-Rio, que viu os milhares de manifestantes pedindo eleições diretas em Copacabana, no domingo (28), alerta: “falar em eleições diretas presidenciais ou gerais, sem uma Constituinte, mostra-se uma alucinação. A Nova República é um cadáver que deve ser sepultado.” Na opinião do historiador, para o exercício efetivo do poder popular, o país precisa refundar a República. Confira o artigo na íntegra.

A questão do desenvolvimento é uma pauta urgente

Jorge Folena, cientista político e advogado constitucionalista — “Soberania é a esperança que podemos trazer para o povo, para as crianças, os jovens; a integração deste país. Um país dividido é o fracasso da soberania — da soberania institucional e, mais importante, da soberania popular. Essa soberania é a base de tudo. Daí a importância do povo estar participando da construção política deste país, da vida diária da sociedade brasileira, que está sendo jogada para fora das grandes discussões nacionais. (…) O povo brasileiro não tem participado dos temas, porque não interessa aos políticos que atualmente estão à frente do país. Soberania é resgatar o povo, o país, para a prosperidade, para as gerações futuras.”