Autor: Verônica Couto

Aldo Rebelo anuncia pré-candidatura à Presidência pelo Solidariedade

Após deixar o PSB, na última quinta-feira (12), por discordar da entrada no partido do ex-ministro do STF  Joaquim Barbosa, o ex-ministro Aldo Rebelo ingressou no Solidariedade e anunciou, na tarde de ontem (16), em São Paulo, sua pré-candidatura à Presidência da República. “Como havia uma inclinação do partido pela candidatura do ex-ministro, eu preferi naturalmente deixar o partido à vontade. E procurar, já que havia um convite, uma legenda que tem identidade com as perspectivas que eu vejo como promissoras para o Brasil”, declarou à imprensa.

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É preciso falar de Marielle – Nadilene Nascimento (Sindae-BA)

“Até quando?”, pergunta Nadilene Nascimento, diretora do Sindicato dos Trabalhadores em Água e Esgoto do Estado da Bahia (Sindae_BA). “Como mulher, como negra, nós nos sentimos pessoalmente atacadas”, diz, em referência à execução de Marielle Franco e Anderson Gomes, a 14 de março. O Brasil e o mundo estão aguardando uma resposta do Estado ao crime, alerta. (Depoimento gravado durante o Fórum Social Mundial 2018, em Salvador, realizado entre os dias 13 a 17 de março)

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É preciso falar de Marielle -Juliane Furno (Projeto Brasil Popular)

Para Juliane Furno, do Grupo de Trabalho de Juventude do Projeto Brasil Popular, um dos impactos políticos da execução de Marielle Franco e Anderson Gomes, a 14 de março, recai diretamente sobre os jovens. “Abala a moral da tropa.” (Depoimento gravado durante o Fórum Social Mundial 2018, em Salvador, realizado entre os dias 13 a 17 de março)

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É preciso falar de Marielle – Sergio Gabrielli (UFBA)

“Uma execução política”, diz o economista Sergio Gabrielli, professor da UFBA e ex-presidente da Petrobras. Segundo ele, a execução de Marielle Franco, vereadora do PSOL-RJ, e do seu motorista Anderson Gomes, a 14 de março, visou o “aniquilamento de uma liderança popular e emergente”. (Depoimento gravado durante o Fórum Social Mundial 2018, em Salvador, realizado entre os dias 13 a 17 de março)

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Carta aberta do Conselho Federal de Economia denuncia Estado de exceção no país

O Conselho Federal de Economia (Cofecon), autarquia responsável pela fiscalização profissionais de 230 mil economistas e composta por 18 conselheiros federais, divulgou carta aberta em que aponta o Estado de exceção do país. De acordo com a entidade, os brasileiros e brasileiras devem reagir contra o projeto em curso que têm por objetivo desnacionalizar o controle de riquezas estratégicas para o  desenvolvimento, como o pré-sal, e eliminar os “parcos benefícios sociais” conquistados pelos cidadãos. A carta do Cofecon também critica a manifestação do comandante do Exércio, Eduardo Villas Bôas em rede social às vésperas da votação do pedido de habeas corpus para o presidente Lula. Leia a nota na íntegra.

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