Autor: Verônica Couto

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Infâmia: a mídia e os mecanismos de destruição de reputações

Em 1934 estreava na Broadway o primeiro texto para teatro da escritora norte-americana Lillian Hellmann. “The Chidren’s Hour”, em plena vigência do fascismo, demonstrava os estragos profundos que a mentira pode acarretar em quaisquer contextos. Tantos anos depois, vivemos no Brasil situações em que o mesmo princípio sórdido – acusações sem provas –, tão bem encenado por Hellmann, destrói projetos, famílias e reputações. Em triste exemplo recente, assistimos ao suicídio do reitor da UFSC, Luiz Carlos Cancellier. O historiador Francisco Teixeira analisa esse mecanismo perverso, tão dependente da mídia, e sua triste atualidade no país.

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Nota da Fisenge repudia projeto de lei que flexibiliza a contratação de engenheiros estrangeiros no país

A Federação dos Sindicatos de Engenheiros (Fisenge) emitiu nota de repúdio ao Projeto de Lei enviado pelo governo ao Congresso que incentiva a entrada de engenheiros estrangeiros no país. “A justificativa do governo federal para ‘destravar o mercado da construção civil – imobiliário e de infraestrutura – para estrangeiros’ é falaciosa e tem a finalidade de entregar o Brasil e os empregos a estrangeiros”, afirma o documento. Observa, ainda, que não há reciprocidade em outros países para a entrada e a admissão de engenheiros brasileiros.

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Mais fortes são os poderes do povo: Dedo na ferida é premiado no Festival do Rio

“Dedo na Ferida”, de Silvio Tendler, recebeu o Prêmio Júri Popular de melhor documentário longa metragem no Festival do Rio, 2017. A premiação ocorreu no Cine Odeon, RJ, neste domingo (15). O filme, que trata das novas estratégias de dominação do capital financeiro e seu ataque às democracias, foi ovacionado durante sua exibição. “A importância de ganhar o prêmio pelo Júri Popular é toda”, afirmou o diretor, logo após a premiação. “Como disse Glauber (Rocha), mais fortes são os poderes do povo. Vamos juntos nessa. Estamos muito orgulhosos de ter recebido este prêmio, por este júri.”

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Soberania em debate – Violência e Criminalidade; o caso do Rio

A ocupação da Rocinha pelas Forças Armadas não vai acabar com a violência na comunidade, nem na cidade, alerta o coronel do Exército Ivan Fialho, professor e pesquisador da Escola Superior de Guerra (ESG). “É um problema cultural e social; só será resolvido com políticas públicas e apoio da sociedade”, afirmou, durante o Soberania em Debate, evento realizado no dia 26 de setembro pelo movimento SOS Brasil Soberano, que também teve participação do coronel Costa e Silva, chefe da Inteligência na ESG, do historiador Francisco Teixeira e do sociólogo Paulo Baía, com mediação da jornalista Camila Marins.

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Doações para universidades: perigo à vista

Temer sancionou a Lei 13.490, de 10 de outubro de 2017, que altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação para autorizar a efetivação de doações para as universidades brasileiras, que serão destinadas às unidades a serem beneficiadas, por meio de projetos específicos de interesse dos doadores. Para o advogado e cientista político Jorge Folena, a medida vai promover direcionamento de recursos privados a cursos de interesse do mercado, e esvaziamento dos demais. Uma estratégia que faz parte do projeto de acabar com as universidades públicas. A alteração, lembra Folena, também atende a proposta feita em 2015 pelo ministro Luís Roberto Barroso, do STF, que defende doações empresariais como meio para manter centros de excelência acadêmica.

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